4 bons motivos para não ser um ecochato

organic_caveman

A natureza não é um mar de rosas.

            O planeta não é hospitaleiro, as outras espécies não vivem em paz nem sequer entre elas próprias e é um alívio para o homem ter conseguido subir na cadeia alimentar. O melífluo canto dos pássaros não passa de gritos desesperados por acasalamento ou de luta por território; o cachorro, fiel amigo do homem, está no top 10 dos animais que mais matam seres humanos; gatos estão infernizando a fauna da Nova Zelândia porque matam aves indefesas apenas por prazer; leões praticam o infanticídio para as fêmeas apressarem o cio; chimpanzés são extremamente agressivos uns com os outros e frequentemente matam-se por territórios; os golfinhos, que as ONG’s de proteção animal clamam ser pessoas não humanas, praticam o estupro e o assassinato por diversão.  Os antigos não cultuavam os deuses da natureza porque amavam a natureza, mas porque a temiam. A ideologia verde não só lamenta que o homem tenha conseguido se escapar dessa selvageria, mas também prescreve que a saída para as adversidades de hoje é retomar esse estado primitivo.

É mais desejável defender a própria espécie.

            Não menos problemático para as ONG’s e movimentos ambientalistas é definir até onde eles estão dispostos a ir para defender a natureza perante o homem. Considerando que o vírus da AIDS é tão natural quanto o mico-leão-dourado, a partir de que ponto de corte se poderia dizer que apenas o segundo deve ser preservado? Deve-se parar de tomar antibióticos para não matar os indefesos microrganismos que causam adoecimento? Desejam que se dissemine o consumo de alimentos orgânicos, a produção de “energias limpas”, o uso de água sem cloro, sob a pena de comprometer a saúde e a própria subsistência de mais de sete bilhões de pessoas?

Nenhuma sociedade venceu a miséria sem controlar os recursos naturais.

            Uma pedra pertence à natureza; se a pedra é transformada em asfalto, pertence ao homem. Quando a terra abrigava cerca de cinco mil humanos, havia escassez de alimentos e o aborto e o infanticídio eram praticados para evitar que os grupos fossem grandes demais diante da oferta limitada de recursos que a natureza podia oferecer, ainda que tais ajuntamentos se compusessem de no máximo 30 pessoas e tivessem à disposição largas áreas de terra. A causa da pobreza é fácil de explicar. Nada do que havia na natureza era modificado em benefício próprio. Consumia-se muito e não se produzia nada. Os grupos limitavam-se a esgotar o que tinha à volta. Quando a penúria os assombrava, empenhavam-se em encontrar algum outro ambiente mais rico. Felizmente, ainda não havia nenhum Greenpeace para ficar do lado das outras espécies, nem bancada ambientalista para regular as atividades de caça e colheita, de modo que o homem começou a enfrentar e superar sua condição de pobreza. Assim, através de milhares de anos, a divisão, os métodos e ferramentas de trabalho foram evoluindo e a administração de recursos foi sendo aperfeiçoada, ao passo que a instituição da propriedade privada e o comércio se desenvolveram, criando incentivos para produção e armazenamento de bens.

            Hoje há 1.400.000 vezes mais pessoas no mundo e são produzidas riquezas o bastante para alimentar todas elas. Se tais riquezas são mal distribuídas – e claramente são – deve-se assinalar com grande ênfase que as sociedades que empobreceram ou permanecem em situação de miséria são precisamente aquelas que não deram espaço para o progresso humano, as fechadas, isoladas, estatizadas, socialistas.

Os vilões, na verdade, são os heróis. Os heróis, na verdade, são os vilões.

            Não é novidade nenhuma dizer que o pen drive e o e-mail salvaram mais árvores que qualquer conferência do Greenpeace, porém mais importante ainda é destacar que eles são um bem e um serviço de baixíssimo custo com excelentes resultados, ao passo que o Greenpeace vive de doações milionárias e dá mais problemas do que soluções. A proposta dos ambientalistas é sempre a mesma: taxar e regular os produtivos, os empreendedores, os mais capazes de apresentar soluções para os problemas do mundo, e reverter o dinheiro deles para os improdutivos, os políticos, as ONG’s corruptas. Quanto mais taxam e limitam a produtividade dos capazes, mais dinheiro ainda lhes pedem para financiar projetos suspeitos, inviáveis e que nunca de fato apresentaram resultados aceitáveis diante do que foi gasto.

Ecochatice

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