Dieta vegetariana muda o DNA humano, aumentando o risco de câncer e doenças cardíacas

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Cientistas descobriram que ser vegano/vegetariano por muito tempo pode levar a mutações genéticas que aumentam o risco de doença cardíaca e câncer.

Pessoas que têm uma dieta majoritariamente vegetariana são mais propensas a ter um DNA que as torna suscetíveis a inflamações. Os cientistas acreditam que a mutação ocorre para que os vegetarianos sejam mais capazes de absorver os ácidos graxos dos vegetais.

Mas esse processo tem como efeito aumentar a produção de ácido araquidônico, que está ligado a doenças inflamatórias e câncer. Quando combinado com uma dieta rica em óleos vegetais – como o óleo de girassol – o gen, rapidamente mutado, transforma ácidos graxos em ácido araquidônico.

Pesquisadores da Universidade Cornell nos EUA compararam centenas de genomas de uma população vegetariana em Pune, Índia, com pessoas que habitualmente comem carne em Kansas, e descobriram que havia uma diferença genética significativa.

“Em tais indivíduos, os óleos vegetais serão convertidos em ácido araquidônico inflamatório, aumentando o risco de inflamação crônica que causa o desenvolvimento de doenças cardíacas e exacerba câncer.”

Para piorar o problema, a mutação também dificulta a produção de Omega 3, que as protegeriam das doenças cardíacas.

Estudos anteriores mostraram que o vegetarianismo e o veganismo podem levar a problemas de fertilidade ao diminuir o volume de esperma.

Pesquisas separadas da Universidade de Harvard também descobriram que uma dieta rica em frutas e vegetais pode afetar a fertilidade, pois os homens estão consumindo grandes quantidades de pesticidas.

Muitos vegetarianos também lutam para conseguir ingerir ferro, vitamina D, vitamina B12 e cálcio o bastante para a saúde. Um estudo descobriu que os vegetarianos tinham aproximadamente 5% menor densidade mineral óssea do que os não vegetarianos.

A pesquisa foi publicada na revista Molecular Biology and Evolution.

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Alimentos orgânicos matam centenas de milhares de pessoas por ano

A Organização Mundial de Saúde usou o anual World Health Day para focar sobre doenças de origem alimentar e riscos de segurança em cadeias globais de abastecimento que vendem carne, frutas e vegetais e commodities no mundo todo.

A agência divulgou os resultados de um estudo que descobriu 582 milhões de casos de doenças de origem alimentar em 2010, os quais causaram 351 mil mortes. Salmonella, E.Colli e Norovirus, todos presentes em comidas orgânicas, foram os mais comuns dos 22 tipos de doenças registrados.

“Milhares de casos anuais de doença alimentar são provenientes de produtos orgânicos”, disse Stuart Smyth, professor do departamento de política de recursos biológicos da Universidade de Saskatchewan , economia e negócios.

Fonte: https://www.geneticliteracyproject.org/2015/04/13/who-study-finds-thousands-of-illnesses-linked-annually-to-organic-foods/

5 bebês mortos por pais veganos

Veganos impõem sua dieta anti-humana aos filhos e levam-nos à morte.

CASO 1: Bebê de 11 meses morre por deficiência de vitaminas na França.

A menina pesava apenas 5,7 quilos quando faleceu, ao passo que o recomendado para a idade é 8 quilos. Extremamente magra e pálida, a falta de vitaminas ainda a tornava mais vulnerável a infecções.

Os pais veganos condenados à prisão.

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1371172/French-vegan-couple-face-jail-child-neglect-baby-died-vitamin-deficiency.html?ito=feeds-newsxml

 

CASO 2: Menina de 9 meses é morta por desnutrição por pais veganos.

Foi constatado que o bebê estava extremamente magro, desnutrido e com uma infecção no peito causada pela insuficiência de nutrientes de fonte animal.

Mais basurdo que isso é que os veganos não foram condenados à cadeia.

Fonte: http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/1542293.stm

 

CASO 3: Veganos levam à morte bebê de 6 meses na Nova Zelândia.

A criança morreu de broncopneumonia, infecção causada pela falta de vitamina B12, rica em fontes animais.

Os veganos foram condenados por homicídio culposo.

Fonte: http://www.nzherald.co.nz/nz/news/article.cfm?c_id=1&objectid=2045066

 

CASO 4: Bebê de 6 meses morre de fome nos EUA.

Com 6 meses, a criança pesava apenas 1,6 quilos! Os veganos a alimentavam apenas com “leite” de soja e suco de maçã, fazendo-a carente de praticamente todos os nutrientes importantes para a vida.

Os veganos foram condenados por homicídio.

Fonte: http://www.nytimes.com/2007/05/21/opinion/21planck.html?_r=2&em&ex=1179892800&en=c13b188909ccc603&ei=5087

 

CASO 5: Outro bebê de 6 meses morre de fome nos EUA.

Devido à dieta vegana, o corpo da menina doi descrito como “magro” em um relatório médico, com nervos bem visíveis através de sua pele esticada. Uma autópsia mostrou que a criança nunca aprendeu a sentar, levantar ou inclinar a cabeça. Nas semanas antes de sua morte, ela tinha dificuldade de manter os olhos abertos.

Os veganos foram condenados por homicídio culposo.

Fonte: http://abcnews.go.com/GMA/Story?id=1228918&page=1

 

100% de consenso

TODOS os satélites que estudam a temperatura da terra concordam que o planeta não está aquecendo.

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http://www.woodfortrees.org/plot/rss/from:1997/mean:12/plot/rss/from:1997/trend

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http://vortex.nsstc.uah.edu/data/msu/v6.0beta/tlt/uahncdc_lt_6.0beta3.txt

Em compensação, 100% dos modelos aquecimentistas estão equivocados:

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O modelo não foi capaz de prever a queda da temperatura a partir de 1998.
http://www.remss.com/research/climate

E como os aquecimentistas respondem a tais evidências? Eles ignoram os dados dos satélites e acreditam em seus modelos verificadamente equivocados.

Tradução livre de: https://stevengoddard.wordpress.com/2015/09/29/100-consensus/

Dieta vegetariana causa encolhimento do cérebro

Ecochatice

Cai mais um mito vegetariano. O estudo é de 2008, mas foi solenemente ignorado pela imprensa politicamente correta brasileira.

A descoberta foi de Anna Vogiatzoglou, da Universidade de Oxford. O estudo diz que pessoas que se privam de carne são seis vezes mais propensas a sofrer encolhimento de cérebro devido à carência de vitamina B12, encontrada em carnes, peixes, fígado e leite. O experimento foi feito por neuroimagem, testes de memória e exames físicos em 107 idosos e foi verificado que aqueles que tinham altos níveis de B12 eram seis vezes menos propensos a ter perda de volume cerebral ao compará-los com os que possuíam níveis baixos.

A pesquisadora declarou: “Costuma-se pensar que muitos fatores que afetam a saúde do cérebro não são controláveis, mas esse estudo mostra que simplesmente ajustar nossas dietas a consumir mais vitamina B12 comendo carne, peixe, cereais fortificados ou leite pode ser algo que nós…

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